Avaliação, prescrição, progressão e alta: do jeito que acontece no consultório.
Se você já atende mulheres com incontinência urinária, mas sente que:
- acaba repetindo exercícios de “contrai e solta”
- a paciente melhora pouco ou estagna
- você não tem segurança para evoluir o tratamento
- ou fica em dúvida sobre o momento certo de dar alta
isso não é falta de estudo.
É falta de raciocínio clínico aplicado à função do assoalho pélvico.
O que quase ninguém explica sobre incontinência urinária
Na maioria dos casos, o problema não é só força muscular.
Incontinência urinária envolve:
- coordenação
- capacidade de relaxamento
- tônus
- integração com respiração, abdômen e pressão intra-abdominal
Sem avaliar essas funções, o tratamento vira tentativa e erro.
E é exatamente isso que faz muitas fisioterapeutas se sentirem inseguras, mesmo estudando e atendendo.
O que você vai aprender nesta aula prática