Avaliação, técnicas e condução do tratamento: do jeito que acontece no consultório.
Se você já atende mulheres com dor no assoalho pélvico, mas sente que:
- trava na hora de iniciar a terapia manual
- não sabe quando começar por fora e quando ir para o interno
- atende pacientes que não toleram palpação interna
- fica insegura sobre o que tocar, como tocar e com que intensidade
- ou sente que depende de aparelhos caros para aliviar dor isso não é falta de estudo.
É falta de segurança clínica para aplicar terapia manual no assoalho pélvico.
O que quase ninguém explica sobre terapia manual pélvica
Terapia manual não é apertar ponto doloroso
e não é repetir manobras sem critério.
O efeito terapêutico depende de:
- avaliação correta da dor e do tônus
- leitura da resposta do tecido
- escolha da técnica adequada
- progressão respeitando limite físico e emocional
- integração com respiração e relaxamento
Sem isso, a terapia manual vira:
❌ dor desnecessária
❌ rejeição da paciente